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Mil metros acima do mar, e nada na linha do horizonte.

A casa do Espaço Pedra Vermelha: duas suítes, vista de 180 graus para a Serra da Bocaina e vinte e quatro quilômetros de silêncio até a cidade mais próxima.

2
suítes
4
hóspedes
180°
de vista
24 km
de Cunha e de Paraty

Uma casa pousada
na crista do morro

A casa foi erguida sobre pilares finos, para que o terreno passasse por baixo sem ser cortado. Por dentro, forro de madeira, estrutura preta aparente, paredes de terra apiloada e vidro do chão ao teto na face voltada para o vale.

Vista aérea da casa na crista do morro, com o vale de Mata Atlântica ao fundo
A casa vista de baixo, suspensa sobre pilares metálicos na luz dourada do fim de tarde
A varanda em balanço avançando sobre o vale, com duas pessoas sentadas na luz dourada
A varanda avança sobre o vazio.

Não há apoio embaixo,
nem construção nenhuma
no eixo da vista

Em dia limpo enxerga-se serra sobreposta até a Mantiqueira, a cem quilômetros. Em dia de tempo virado, a nuvem entra no vale e fica abaixo do nível da casa.

O deck ao anoitecer, com o interior da casa aceso atrás do vidro
Duas poltronas na varanda em balanço, voltadas para a serra
A varanda no crepúsculo, com as montanhas em silhueta

Cem quilômetros de serra até a Mantiqueira.

Feita do lugar
onde está

Projeto da Simbiose Arq. Estrutura metálica, madeira e a própria terra do terreno.

Os brises verticais de madeira da fachada contra a serra e o céu azul
O sofá da sala contra a parede de taipa de pilão, com a lareira ao lado
A esquina de vidro da sala aberta por inteiro, com o piso seguindo para o deck
A casa ao pôr do sol com a varanda acesa em balanço

Os brises que deslizam

Os painéis de madeira correm em trilho na frente do vidro. Fechados, a casa vira um volume de madeira e se protege do sol da tarde. Abertos, some tudo e sobra a vista.

Paredes de taipa de pilão

Terra compactada em camadas que ficaram aparentes, uma técnica construtiva tradicional brasileira. As paredes guardam o calor do dia e devolvem à noite.

A esquina que abre

Na sala, a esquina de vidro abre por inteiro, sem coluna no canto. O piso interno segue para o deck sem desnível, e a sala inteira vira varanda.

A varanda em balanço

O trecho final do deck projeta-se sobre a encosta, sem apoio abaixo. Duas poltronas, o guarda-corpo de cabo de aço e o poente na frente.

Percorra a casa
sem sair do lugar

Um passeio guiado pelo seu scroll, da esquina de vidro ao pôr do sol na varanda. Cada passo ancorado em uma fotografia real.

Iniciar o passeio

Estar, cozinha e jantar,
abertos para o vale

A cozinha é completa e equipada. A lareira a lenha transforma as noites frias da serra. A mesa de madeira maciça senta seis com folga.

A cozinha com ilha de pedra clara e banquetas de madeira
A mesa de jantar de madeira maciça com a cozinha ao fundo
A mesa de jantar com as cortinas de voil e a serra atrás
O jantar visto do deck molhado de chuva, com o vale ao fundo
O estar e o jantar integrados, com a vista entrando pela esquina de vidro
A casa inteira na luz dourada, com a quaresmeira florida em primeiro plano

Duas suítes,
cada uma com seu banheiro

Dá para reservar a casa inteira, para até quatro pessoas, ou apenas uma das suítes, para duas. A casa nunca é dividida com outro grupo.

Suíte com cama queen, painel floral vazado na parede e escrivaninha

Suíte da Mata

Cama queen, marcenaria clara, escrivaninha para quem precisa trabalhar e cortinas de voil que filtram a luz da manhã. O banheiro, em tons de verde, tem cuba de pedra e chuveiro com vista para a mata.

Detalhe da marcenaria clara da suíte, com armário e prateleiras
O banheiro em tons de verde com cuba de pedra
Suíte com cabeceira na parede de taipa e a serra na janela

Suíte da Serra

A cabeceira encosta na parede de terra apiloada e a porta de vidro abre direto para o deck. Acorde, afaste a cortina e deixe a serra ser o despertador. O banheiro é de madeira e tons quentes.

A suíte com a porta aberta para a varanda e as poltronas fora
O banheiro de madeira com bancada de pedra quente
Tempestade se formando sobre o vale, vista da casa

No meio do caminho
entre a serra e o mar

Cunha é Capital Nacional da Cerâmica de Alta Temperatura e reúne mais de cinquenta ateliês, com a maior concentração de fornos noborigama fora do Japão. As queimas duram até quarenta horas e são abertas a quem quiser assistir. Do outro lado da serra, Paraty, o centro histórico e o mar.

  • Pedra da Macelamirante com vista para Ilha Grande e as baías de Paraty e Angra
  • Ateliês de cerâmicaqueimas de noborigama abertas ao público
  • Lavandáriocampos de lavanda no km 54 da estrada
  • Cachoeira do Pimentatrilha, mirante e piscinas naturais
  • O Olivalazeites premiados, com visita e degustação
  • Paratycentro histórico e mar, a 24 km morro abaixo
Silhueta de uma pessoa trabalhando na mesa da varanda contra o pôr do sol

Antes de subir

Não há mercado, padaria ou comércio nas proximidades. Cunha e Paraty ficam as duas a vinte e quatro quilômetros, cada uma para um lado. Suba com a geladeira cheia e o vinho escolhido. É essa distância que garante o silêncio.

  • Mínimo de duas noites
  • Check in a partir das 14h, com cofre de chaves
  • Checkout até 12h
  • Pets são bem-vindos
  • Casa não indicada para crianças de 2 a 12 anos
  • Ar condicionado, TV e som nas suítes e na sala

Quem já subiu

"A casa é muito além de uma hospedagem, tem cara e energia de lar. O projeto é de tirar o fôlego. Vista, localização e cada cômodo inspira e dá a exata sensação que buscávamos."

Leonardo, via Airbnb

"A casa é uma joia. Belíssima, bem equipada e muito bem cuidada. Fomos recebidos com a lareira acesa e um bom vinho. Impecável."

Beatriz, via Airbnb

Avaliação 5,0 no Airbnb, com anfitrião Superhost.

Reserve uma tarde só para o pôr do sol.

Datas, valores e reserva ficam no anúncio da casa no Airbnb. Para qualquer dúvida antes de reservar, chame no WhatsApp.