Os brises que deslizam
Os painéis de madeira correm em trilho na frente do vidro. Fechados, a casa vira um volume de madeira e se protege do sol da tarde. Abertos, some tudo e sobra a vista.
A casa do Espaço Pedra Vermelha: duas suítes, vista de 180 graus para a Serra da Bocaina e vinte e quatro quilômetros de silêncio até a cidade mais próxima.
A casa foi erguida sobre pilares finos, para que o terreno passasse por baixo sem ser cortado. Por dentro, forro de madeira, estrutura preta aparente, paredes de terra apiloada e vidro do chão ao teto na face voltada para o vale.


Em dia limpo enxerga-se serra sobreposta até a Mantiqueira, a cem quilômetros. Em dia de tempo virado, a nuvem entra no vale e fica abaixo do nível da casa.



Cem quilômetros de serra até a Mantiqueira.
Projeto da Simbiose Arq. Estrutura metálica, madeira e a própria terra do terreno.




Os painéis de madeira correm em trilho na frente do vidro. Fechados, a casa vira um volume de madeira e se protege do sol da tarde. Abertos, some tudo e sobra a vista.
Terra compactada em camadas que ficaram aparentes, uma técnica construtiva tradicional brasileira. As paredes guardam o calor do dia e devolvem à noite.
Na sala, a esquina de vidro abre por inteiro, sem coluna no canto. O piso interno segue para o deck sem desnível, e a sala inteira vira varanda.
O trecho final do deck projeta-se sobre a encosta, sem apoio abaixo. Duas poltronas, o guarda-corpo de cabo de aço e o poente na frente.
Um passeio guiado pelo seu scroll, da esquina de vidro ao pôr do sol na varanda. Cada passo ancorado em uma fotografia real.
Iniciar o passeioA cozinha é completa e equipada. A lareira a lenha transforma as noites frias da serra. A mesa de madeira maciça senta seis com folga.






Dá para reservar a casa inteira, para até quatro pessoas, ou apenas uma das suítes, para duas. A casa nunca é dividida com outro grupo.

Cama queen, marcenaria clara, escrivaninha para quem precisa trabalhar e cortinas de voil que filtram a luz da manhã. O banheiro, em tons de verde, tem cuba de pedra e chuveiro com vista para a mata.



A cabeceira encosta na parede de terra apiloada e a porta de vidro abre direto para o deck. Acorde, afaste a cortina e deixe a serra ser o despertador. O banheiro é de madeira e tons quentes.


Cunha é Capital Nacional da Cerâmica de Alta Temperatura e reúne mais de cinquenta ateliês, com a maior concentração de fornos noborigama fora do Japão. As queimas duram até quarenta horas e são abertas a quem quiser assistir. Do outro lado da serra, Paraty, o centro histórico e o mar.

Não há mercado, padaria ou comércio nas proximidades. Cunha e Paraty ficam as duas a vinte e quatro quilômetros, cada uma para um lado. Suba com a geladeira cheia e o vinho escolhido. É essa distância que garante o silêncio.
"A casa é muito além de uma hospedagem, tem cara e energia de lar. O projeto é de tirar o fôlego. Vista, localização e cada cômodo inspira e dá a exata sensação que buscávamos."
Leonardo, via Airbnb
"A casa é uma joia. Belíssima, bem equipada e muito bem cuidada. Fomos recebidos com a lareira acesa e um bom vinho. Impecável."
Beatriz, via Airbnb
Avaliação 5,0 no Airbnb, com anfitrião Superhost.
Datas, valores e reserva ficam no anúncio da casa no Airbnb. Para qualquer dúvida antes de reservar, chame no WhatsApp.